Viver do Turismo

A indústria do futuro!

Arquivo para janeiro, 2013

Meu “eu turista”

*Esse post não é sobre um assunto acadêmico, nem terá referências bibliográficas…é somente um assunto que eu quis escrever, biográfico*

Já quis morar em vários lugares desse mundo. Desde pequeno, meu sonho sempre foi viajar, morar por um tempo em outros países, viver a rotina de uma outra sociedade, ir ao mercado de lá e poder dizer: nossa, no Brasil é mais barato! E foram tantos os lugares que já me encantaram nesses 26 anos e que eu já sonhei de noite em como seria minha vida lá. Então, de uns tempos pra cá comecei a lembrar todos os lugares e perceber o quanto eu fui mudando ao longo do tempo e em como minha percepção de turismo mudou também. Nós crescemos e os desejos mudam, e isso se reflete também no nosso “eu turista” (não achei termo melhor e também não pensei muito sobre, hehehe). O turismo que tanto estudamos e ensinamos nas salas de aula depende muito desse “eu turista” das pessoas, e saber entender e interpretar isso é que vai fazer de nós bons profissionais e bons viajantes. Principalmente bons viajantes!

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Seattle e a Space Needle.

Acho que o primeiro lugar de todos foi Seattle, quando eu tinha 6 ou 7 anos. Eu não sabia nada sobre a cidade, nem sobre os Estados Unidos, nem sobre viajar, nem sobre praticamente nada, mas aquelas fotos com o Space Needle em destaque me fascinavam e eu falava aos meus amigos que Seattle era a cidade que iria morar no futuro. Não existia wikipedia, a internet ainda era um embrião e a fonte de informações era a biblioteca. Em casa eu tinha aquela enciclopédia Barsa e uns outros almanaques que meu pai comprava, e era com eles que eu aprendia sobre as mais diversas coisas, inclusive sobre Seattle. É tão legal ler e aprender sobre uma cidade, tudo parece tão perfeito e ideal para nós. E eu ficava lá, descobrindo a posição geográfica, sistema de transporte, pontos turísticos. Mas eu era uma criança ainda…

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Cerejeiras no Japão.

Japão! Minha nossa, esse foi o segundo destino que escolhi para viver. E foi um desejo profundo. Eu tinha 15 ou 16 anos…era a época do “boom dos animes”, e eu aprendi a desenhar no estilo mangá. Consumia tudo que conseguia sobre a cultura japonesa. Fiz parte de fóruns de discussão, comprava revistas que mostravam o país, lia mangás, assistia animes, desenhava minha própria revista (fanzine) e trocava por outros fanzines…e o Japão se fixou na minha vida. A cidade que eu escolhi foi Quioto, com seus milhares de templos e jardins. Mais uma vez a Barsa me ajudou a descobrir. Conheci o budismo nessa época também. Mas agora era diferente de Seattle…eu precisava de mais. E aí lá fui eu aprender a ler e tentar falar o japonês! Por muito tempo estudei sozinho o idioma, peguei livros didáticos japoneses emprestados, escrevi e reescrevi vários tipos de frases. Escutei músicas em japonês, tentei cantá-las. Tudo isso me deixou pronto para viver lá um dia. Um dia…mas, pra variar, essa época passou. Mas o que aprendi sobre o Japão ainda faz parte da minha vida. Principalmente o budismo (não que eu seja budista, mas é a religião que mais tenho simpatia). A filosofia oriental passou a ser mais predominante na minha vida. O entendimento das diferenças entre oriente e ocidente, o respeito entre essas diferenças, passou a ser uma constante. Com o Japão, aprendi que o que é diferente é interessante, é bom e que vale a pena conhecer, que não se pode passar por esse mundo sem se deliciar com essas diferenças. Diferentemente se Seattle, posso dizer que conheci o Japão de verdade, sem ter saído de casa. Se um dia eu puder ir até lá, tenho quase certeza de que me sentirei como se estivesse visitando um amigo a muito distante. E um turista precisa ter um pouco disso para poder ter uma experiência mais verdadeira, estou errado?

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Um dos meus desenhos!

Depois do Japão, poucos lugares exerceram um fascínio tão grande em mim (acho que somente a Nova Zelândia…que vou escrever mais pra frente). Portugal foi o próximo. Lisboa! Minha avó é portuguesa e, eu então com 18 anos, passei a pensar: vou tirar minha cidadania e ir pra lá! Comprei uma revista de viagem que era especial sobre Portugal e percebi como era bela aquela terra. A revista destacava todas as regiões, as principais cidades, o modo de vida e muitas outras coisas. E Portugal, um país que eu conhecia pouca coisa e ainda fazia piada, foi tendo novas cores. Barsa!!!! Novamente ela me ajudou, a internet ainda não estava tão presente. Li tantas vezes o verbete Portugal que até decorei alguns pedaços. Só que não foi como o Japão. Portugal foi perdendo o brilho, e eu descobri como era difícil a vida de um brasileiro que ia morar fora. E então a internet teve papel importante. Os relatos me desanimaram muito. Não encontrei um sequer que dizia coisas boas sobre a vida do migrante. E eu “conhecia” tanto Lisboa e Portugal que não queria acreditar que era assim tão ruim morar lá. Aquelas belas imagens do Chiado, do Bairro Alto, de Estoril…tudo caiu, e ficou um arrependimento de ter pensado em viver lá. Me senti enganado. Mas isso também foi importante para formar quem eu sou hoje e para formar minha opinião turística das localidades. Portugal foi um engodo!

Seguiu-se Nova Iorque. E essa é uma cidade que ainda gosto muito e quero viver um dia. Não há muito o que falar sobre ela, quem já conhece confirma. E dessa eu tenho certeza que nunca me sentirei enganado. Já descobri tantas coisas sobre a big apple que o encantamento se tranformou numa admiração, em como essa cidade mudou e agora é um templo internacional de viajantes. Os hotéis daquele lugar…ah, quantos currículos já mandei hahahahaha!! O metrô, os bairros, os prédios. O Google Street View foi uma grande ajuda. Mas a Barsa também ajudou a formar a base do conhecimento sobre a cidade. Sempre gostei de arranha-céus. Queria ser arquiteto, e essa é uma cidade incrível para se ter gosto da arquitetura. Eu já estava um pouco maior, então aprendi a não confiar muito no que lia e nem desacreditar completamente. Aprendi a separar a informação boa da ruim. E vi que teria que fazer isso pra sempre, para poder saber que lugar merecia uma visita. Nova Iorque é um deles, mas não quero ir como turista, quero passar um bom tempo lá…essa é uma experiência que deve ser vivida por todo mundo, eu acho.

Na mesma época de Nova Iorque, teve também Paris e Itacaré! Tudo tão misturado, mas todos nos seus devidos lugares e hierarquias. Itacaré era para passar uma temporada, vivendo um estilo de vida que denotava liberdade. Paris era pra passar outra temporada, e de lá eu iria para San Tropez!! Foi por Paris que eu acabei tendo vontade de aprender francês, e de fato comecei a estudar (sozinho, como sempre) para poder aprender esse idioma. E aprendi o básico, o suficiente para entender uma conversa. Essas duas cidades eram mais sonho mesmo, com desejos mais idealizados e pouco realistas. Eu sempre gostei de imaginar a vida perfeita em algum lugar, e essas duas opções serviram para isso, para poder dar vazão à minha mente inventiva, sonhadora e desajustada. Da mesma forma que NY me fez perceber como era importante separar as informações, Paris e Itacaré me mostraram como construir um sonho de viagem perfeita e, talvez, acabar sendo um turista bem turista, com máquina fotográfica, bermuda, mapa e chapéu! E eu já estava na faculdade de turismo, e estava ganhando uma nova percepção das coisas. Turismo de massa, turismo sustentável, turismo cultural…coisas que eu não achava que existiam passaram a mudar, de novo, as concepções. Todos esses destinos, percebi, eram desejos de turista tradicional (tirando o Japão). Depois vieram outros, claro, como os países escandinavos e suas respectivas capitais; Buenos Aires; Curitiba; Edimburgo; Singapura; Vancouver…e eu já era professor do curso de turismo quando veio a Nova Zelândia.

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Pássaro Kiwi, só existe na Nova Zelândia.

Por motivos não importantes aqui, passei a querer conhecer a “Nuzilla”, em meados de 2011. Nada sabia a respeito, a não ser que ficava do lado da Austrália e era um país pequeno e longe! Primeiro, uma visita rápida na página do Wikipedia sobre o país. Beleza…depois, blogs e mais blogs de viagem que pudessem falar mais um pouco. Mas era tudo meio repetido, e não era isso que eu queria. Veio então a Copa do Mundo de Rugby de 2011, que foi realizada na Nova Zelândia, e foi aí que tudo começou a evoluir. Muitos sites falavam a respeito da copa e, consequentemente, do país sede. Conheci os All Blacks, a seleção de rugby neozeolandesa, conheci a história dessa seleção, conheci esse esporte que até então era totalmente desconhecido pra mim. Me apaixonei pelo rugby (hoje jogo e me envolvo muito com a divulgação do rugby aqui na minha cidade), me apaixonei pela Nova Zelândia. Tinha um blog chamado Nossa Vida na Nova Zelândia, da Jeanine Almeida, que foi uma ótima fonte de informações. Nesse blog eu passei a aprender ainda mais sobre esse país incrível. Relatos, modo de vida, diferenças brutais de qualidade de vida e respeito entre os cidadãos, mercado de trabalho…fui atrás de adicionar a dona do blog no facebook, para poder ter mais contatos. Ela me indicou outro blog, chamado Vomit Bag, de um sujeito que lá tinha ido morar. Novamente, outras informações essenciais. E fui descobrindo a beleza desse pequeno país, de população pequena, tranquila e esportista. Cada cidade me parece incrível! E aí foram surgindo as notícias de que a Nova Zelândia está no top 10 de melhores países do mundo, zero em corrupção, top em educação, emprego, sistema de transporte, transparência governamental…tudo que eu sempre achei que era impossível numa sociedade, lá existe. Tudo que me irrita no Brasil, lá não existe. Outro blog também ajudou, o Aventura Kiwi, da Mônica Moraes, que deu um outro olhar nas minhas pesquisas. Comecei a conhecer as empresas aéreas que faziam vôos pra lá, qual era melhor, quanto tempo de viagem. A Nuzilla é um bom país para se conseguir emprego e tocar a vida de forma tranquila (isso se você não é ambicioso e quer ganhar rios e rios de dinheiro), porque eles precisam de muita mão de obra qualificada em praticamente tudo, devido à sua população ser muito pequena. Por isso, entrar como turista e permanecer lá como um trabalhador é facilitado pelo governo, que até incentiva a ida de estrangeiros. As distâncias são curtas, as paisagens mudam drasticamente em kilômetros, é possível ter acesso às melhores universidades, rodovias, hospitais, infraestrutura urbana…e lá foi filmado O Senhor dos Anéis e agora O Hobbit, que são parte da minha vida desde muuuuuuuito tempo! Conversei com várias pessoas que estão residindo lá, colhi milhares de informações nos sites governamentais (é incrivel como tudo que precisamos saber sobre esse país é possível encontrar nos sites do governo, é tudo muito organizado), conversei novamente com residentes e neozeolandeses de nascimento, andei por todas as ruas das principais cidades através do Google Street View, procurei emprego nos sites de empregos, mandei currículos, recebi respostas, mesmo quando era pra me informar de que eu não seria escolhido por estar longe, mas quando eu estivesse lá eles teriam prazer em me empregar. É claro, não é o lugar perfeito, como nenhum lugar no mundo é, mas tudo lá me fascinou tanto que hoje eu sei que é lá que quero morar, quando nada mais der certo aqui e o Brasil estiver afundado em sua corrupção e seu jeitinho. O rugby me fez aprender um novo sentido de amizade, companheirismo e confiança. Os maori, povo autóctone da Nova Zelândia, me ensinaram outra forma de encarar os desafios, tive contato com o haka e com a ligação entre a terra e a cultura. Isso sem contar na organização para receber o turista, nos destinos turísticos, logística turística e tudo o mais relacionado à nossa área de trabalho. A Nova Zelândia superou o Japão pra mim, e mudou toda a minha vida. Até acabei tendo uma percepção de turismo muito anárquica depois de conhecer esse país, e sei que nenhum outro lugar no mundo conseguirá me fazer mudar de opinião. Amadureci meu “eu turista”, abri a mente e o coração. Afinal, ensinar o que sei depende disso, de ter certeza de quem eu sou e como eu sou através do turismo, que é muito mais do que viajar por aí consumindo bens culturais. Quando eu for pra Nova Zelândia (eu sei que vou), serei turista por um tempo, mas um turista diferente. Toda essa saga de descoberta me fez melhor em muitos aspectos, outros talvez eu não seja tão bom, afinal, sou um ser humano, mas aos poucos sei que caminharei na direção certa…aos erros e acertos da vida, pelo menos sei que eu não serei um turista de massa, e isso me faz um cidadão consciente.

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Rugby e os All Blacks!

Nunca estive pessoalmente em nenhum desses lugares, mas os conheço como se tivesse visto. Chega de divagações…ainda tenho muito a aprender, descobrir e ensinar. A todos que leram isso tudo que escrevi…e vocês? Qual a sua percepção de seu “eu turista”?

ps: http://aventurakiwi.wordpress.com/ o blog da Mônica Moraes…o da Jeanine me parece que está fora do ar!

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Marketing turístico como instrumento de produção e transformação do espaço turístico

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Você já ouviu falar no tour de favela? É estranho pensar que existe mercado para se conhecer algo que consideramos uma mazela. Mas, cada vez mais, esse tipo de turismo cresce e atrai milhares de estrangeiros. Tenho lido alguns estudos realizados nessa área e é impressionante como esse tipo de tour faz sucesso e expõe os moradores das comunidades ao olhar curioso do turista, como se os habitantes locais fossem animais expostos num zoológico. É claro que existem várias formas de se tratar o assunto, tanto defendendo como se opondo a isso, mas é um tema de importância relevante para o entendimento do turismo e do marketing realizado para esses passeios. Será que a divulgação feita foi a responsável por transformar esse ambiente urbano em local turístico ou pode ter outro motivo? Isso me fez lembrar de um texto que escrevi sobre o tema, para uma aula. Não é muito longo, mas acho legal colocar aqui e ver as opiniões sobre isso. Aí vai:

“Primeiramente, relembra-se o que é marketing. Kotler (1997) o define como o processo social e administrativo através do qual as pessoas ou grupos obtém aquilo que desejam através da criação e troca de produtos de valor com outros. Segundo Beni (1998), o marketing turístico é um processo administrativo através do qual as empresas turísticas identificam seus clientes reais e potenciais e se comunica com eles para conhecer e influenciar suas necessidades em todos os planos, objetivando formular e adaptar seus produtos visando a satisfação ótima da demanda. É um conjunto de métodos e técnicas que visam a satisfazer as necessidades dos turistas e receptores (MONTEJANO, 2001). Assim, o produto turístico é diferente dos demais por apresentar 4 particularidades: Intangibilidade; Inseparabilidade; Variabilidade e Perecibilidade. Isso quer dizer que o produto turístico não é mensurável, não acontece sem a presença do turista, nunca é vivenciado da mesma forma por todas as pessoas e não pode ser estocado.

O turismo ocorre sempre em alguma localidade. Está associado a um determinado lugar do mundo de forma irrefutável. Não se faz turismo dentro de casa (AGUIAR et al, 2011). Nos estudos de Massey (2008) encontra-se que espaço é um conjunto de inter-relações, desde o global até o intimamente pequeno, e que deve ser entendido como múltiplo em existências, estando sempre em construção, com relações que nascem, se estabelecem e morrem nele, até mesmo no sentido de identidades espaciais, como cidades, estados e países. Desta forma, o espaço turístico mantém as mesmas características, estando dividido em zonas, áreas, complexos, núcleo, conjunto etc, segundo suas características físicas, infraestrutura, atrativos turísticos (BOULLON, 1997). É, então, entendido como um local sempre em construção e que mantém diversas relações com outras esferas de conhecimento e vivência, onde ocorre a prática da atividade turística. É possível, assim, dizer que pode existir um espaço que não seja turístico ou que o seja somente em partes. Exemplo disso são as cidades. Resultados de diversas ações de agentes sociais, poder público e iniciativa privada, a cidade expressa a cultura de determinado local. O turismo pode acontecer ali e pode trazer benefícios sociais e econômicos (AGUIAR et al, 2011). Mas o turismo só acontece ali se for fomentado. Para isso existe o marketing, que não cria necessidades, mas pode criar desejos (KOTLER, 1997).

O marketing pode criar o desejo de se conhecer lugares inóspitos. Isso acontece através das ferramentas de comunicação do marketing, e também por sua imagem. Utilizando também a internet, as ações de marketing não se restringem somente a um público, elas são vistas pelo mundo. Ejarque (2009) afirma que o marketing turístico hoje é feito com uma grande dependência da internet. É a fonte primária de coleta de informações, com 39% de procura por parte dos turistas. Se alguma localidade ou empresa turística não está na web, ela praticamente não existe para o turismo. E, através da internet, espaços primariamente não turísticos se transformam em objeto de desejo. É o caso da favela. A iniciativa privada, conhecendo o gosto pelo inóspito do visitante de fora, através da web, disponibiliza um produto diferenciado, que são os tours por favelas. Como o Rio de Janeiro. A imagem do Rio é de Cidade Maravilhosa. Mas, através do discurso jornalístico (que acaba por ser utilizado pelo marketing), a imagem também é de violência e pobreza. Assim, o turista, ao conhecer as belezas do Rio, sente-se atraído também por conhecer o outro lado da moeda. O marketing realizado pelas agências de tours acaba construindo um novo destino, transformando a favela em espaço turístico. Esse espaço turístico construído acaba também sendo mutável e, cada vez mais, consolidado pelas agências. E a cidade, observando essa prática, incluiu a favela como destino turístico oficial (MEDEIROS, 2010), passando a promovê-la em suas campanhas. É assim que o marketing turístico transforma espaços e vai acabando com as fronteiras existentes no turismo”.
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Olha mãe…tô na laje da comunidade, kkk”

A minha opinião é de que existem desejos turísticos bizarros e obscuros…e o favela tour pode até ser benéfico, se for bem pensado e tentar evitar essa situação de zoológico humano. Existem tours bem piores mundo afora, e o da favela é quase poético perto deles. E você, o que acha?

REFERÊNCIAS DO TEXTO

AGUIAR, H; SILVA, J. B; GANDARA, J. M; SOUZA, T. A. O marketing turístico como instrumento de produção e transformação do espaço de Curitiba e região metropolitana. In: INTERNATIONAL CONFERENCE ON TOURISM & MANAGEMENT STUDIES, v. 1, 2011, Algarve. BOOKS OF PROCEEDING , p. 306 – 318.

BENI, M. C. Análise estrutural do turismo. São Paulo: SENAC, 1998.

BOULLON, R.C. Planificacion del espacio turístico. 3.ed. México: Trillas, 1997.

EJARQUE, J. Destination marketing: La nuova frontiera della promocommercializzazione turistica. Milão: Hoepli, 2009.

GANDARA, J. M. G; SOUZA, C. A; LACAY, M. C. O marketing turístico como instrumento de produção e transformação do espaço na região de Foz do Iguaçu e municípios lindeiros aolago de Itaipu. Cultur. Florianópolis, ano 5, n. 2, p. 19 – 41, ago. 2011.

KOTLER, P. Administração de Marketing. SãoPaulo: Atlas, 1997.

LEANDRO, A. G. O turismo em João Pessoa e a construção da imagem da cidade. 2006. 192 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Programa de Pós-Graduação em Geografia, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa.

MASSEY, D. Pelo espaço: uma nova política da espacialidade. Rio Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.

MEDEIROS, B. F. Entre tapas e beijos: a favela turística na perspectiva de seus moradores. Revista Sociedade e Estado. Brasília, v. 25, n. 1, p. 33 – 51, jan./ abr. 2010.

MONTEJANO, J. M. Estrutura do mercado turístico. São Paulo: Roca, 2001. 2 ed.

TELES, R. M. de S; PERUSSI, R. F. A importância da comunicação para a consolidação da imagem do produto turístico de São Paulo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 30, 2007, Santos. NP 19 – Comunicação, Turismo e Hospitalidade – VII Encontro dos Núcleos de Pesquisa. Disponível em: . Acesso em 22 nov. 2010.